fazer um podcast

Conteúdo em áudio: o que as marcas precisam saber?

23 de julho de 2018 | 3 meses atrás | Tempo de leitura: 3 minutos

A busca por tendência relevantes é parte relevante do marketing. Muitas vezes, um formato ou site é repetido à exaustão como a mina de ouro do mercado nos meses que vem a seguir. A bola da vez é mesmo o conteúdo em áudio. Colocado como uma das tendências para 2018, além de ser uma grande aposta de gigantes como Google ao investir no mercado de podcasts e da Amazon com todo o seu investimento em assistentes pessoais. Aliás, vale, sim, essa diferenciação: por mais que o podcast seja o conteúdo em áudio mais lembrado, há outras movimentos que vão além do podcast — como o próprio assistente pessoal.

Há algumas dicas para marcas que querem investir nesse formato. Nós já falamos sobre o que marcas podem fazer para criar podcasts interessantes, mas pensar no conteúdo em áudio como um todo pode ser ainda mais interessante.

Conteúdo em áudio: o que marcas precisam saber?

Um dos pontos mais interessantes do conteúdo em áudio é a possibilidade dele ser integrado com toda uma estratégia. O podcast, por exemplo, torna possível dar mais profundidade em campanhas, o que pode ser essencial para ajudar a marca a criar uma voz. Lembre-se que o conteúdo em áudio pode ter resultados no mobile, internet das coisas e wearables.

Quer um exemplo valioso de marca trabalhando com voz além do podcast? A Diageo introduziu a função “happy hour” no assistente pessoal Amazon Alexa. A funcionalidade sugere drinks baseados no humor dos usuários, além de dar a receita de como fazê-los. Snoop Dogg é quem empresta a voz. Criativo, ágil e prático.

O maior desafio com o conteúdo em áudio é a sua peculiaridade. No última década, o foco foi TV e conteúdo digital, sendo o vídeo o grande foco desde 2010. Agora, profissionais precisam quebrar a cabeça para pensar em campanhas e ideias interessantes para um formato que nunca trabalharam. Ou seja: agências sabem criar anúncios para TV, YouTube, além de fotos para Instagram, mas como é isso quando o assunto é uma rápida inserção de áudio ou um podcast de 1h?

Por último, vale lembrar que o conteúdo em áudio ainda é terreno desconhecido para boa parte dos consumidores. Uma interação negativa ou uma experiência ruim podem tornar-se ainda piores no caso do áudio, por ser um formato em que o usuário não costuma encontrar muitas marcas.