Quais são as maiores tendências para o e-commerce

Tecnologia

2 de julho de 2018 | 2 semanas atrás | Tempo de leitura: 3 minutos

Não é novidade para ninguém que as vendas nos e-commerce crescem a cada ano. Na rede Magazine Luiza, por exemplo, as compras online já representam 1/3 do faturamento. E a tendência é isso aumentar. Segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico, o crescimento foi de 12% em 2017, movimentando 59,9 bilhões de reais. Para 2018, a expectativa é ainda maior — de 15%. Em tempos que o ecommerce tornou-se quase irreversível, empresas precisam ficar de olho em certas tendências para não perder clientes (e dinheiro) em potencial).

O que 2017 nos ensina sobre ecommerce?

Tudo bem que a pesquisa mostrada pela Forbes é sobre o mercado dos Estados Unidos. Mas, ainda assim, há dados que podem servir de lição para entender como tem comportado esse modelo e o que pode ser feito para os próximos meses.

As maiores vendas em 2017 foram, é claro, na Black Friday. Nos Estados Unidos, os consumidores gastaram mais de US$16 bilhões na data, que tem sido repetida pelas lojas brasileiras. Entre os destaques curiosos: a maioria das vendas no ecommerce foram feitas entre 4 e 5 da tarde na Black Friday. Em uma dia que o consumidor está preparado para gastar, qualquer experiência negativa dentro de um site pode assustá-lo da página.

Outro dado interessante é que as compras online tem gasto dos consumidores médio de incríveis US$227. Como esperado, os meses em que há mais movimento no ecommerce são novembro e dezembro. Fevereiro é o mês com menos compras. A dica da Forbes é conseguir diminuir esse gap e utilizar parte do faturamento dos pedidos no final do ano para montar uma boa estratégia para os meses com menos compras.

Mais um insight relevante: é comum consumidores trocarem de aparelho durante a sua jornada de compra. A maioria começa a ver algo no celular e termina a compra no computador. Isso significa que negócios precisam ser otimizados para ambas as plataformas, mas sem esquecer do mais importante: a área do pagamento. Afinal, é ali que a maioria das pessoas desistem. Logo, manter tudo simplificado, seguro e objetivo é o caminho para não perder consumidores no meio do caminho.

No entanto, a desistência não é o fim do mundo. Atualmente, ferramentas possibilitam alertar o consumidor sobre a compra que ele deixou no carrinho, mas não efetivou. Dessa maneira, ele pode ser abordado por e-mail para que seja lembrá-lo do que estava prestes a comprar.